QUEM VALE O QUE? E POR QUE?

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QUEM VALE O
QUE? E POR QUE?

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De acordo com publicação feita pelo Meio e Mensagem, Amazon foi a marca que mais ganhou valor em 2016!

As empresas Google, Apple, Microsoft, Amazon e Facebook ocupam os cinco primeiros lugares na edição de 2017 do BrandZ das Top 100 Marcas Globais Mais Valiosas do mundo, que foi divulgado no dia 8 de junho pela WPP e Kantar Millward Brown.

São muitos trilhões de dólares nessa matéria, mas o que gostaria de lembrar aqui é a equação, por que algo imaterial como uma marca vale tanto? Porque elas não são imateriais, as marcas são os nomes que levam o mundo a entender um conceito.

Por trás de cada uma dessas marcas existe, há décadas, uma grande ideia de renovação, de disrupção do status quo. Sim, todas foram e são disruptivas até hoje. Uma ideia disruptiva que com coragem, muita competência, investimento e grande inspiração deram vida real a um novo conceito de produto ou serviço, mudando a vida da humanidade.

Sabe quantos, “isso não vai dar certo”, cada um desses pioneiros teve que ouvir em suas trajetórias? Diversas vezes.

Não dá, não vai dar certo, isso é inviável, são as grandes e comuns barreiras que encontramos todos os dias na tentativa de mudarmos as velhas receitas, tirarmos da zona de conforto em que todos se instalam e não querem sair, mesmo quando o risco se torna mortal e a falência bate à porta. Assim são as empresas, assim são as pessoas, mas não esse aí de cima, assim como mais uma centena que não falamos aqui.

O fato claro, lógico, evidente e irrefutável é que temos que repensar tudo o que fazemos, como fazemos e, principalmente: o por que fazemos?

Em menos de 15 anos, 80% das empresas com métodos de hoje serão extintas se não se renovarem, desde os processos, assim como os modelos de negócio devem ser reformulados desde já.

Desde que criei a expressão Big Asset tenho visto, ouvido e percebido todos os dias a incredulidade das pessoas, das empresas, do sistema.

Quem ler esse artigo vai pensar: o cara quer se comparar ao Google, a Apple, o cara é louco. Não meus amigos, a única e verdadeira observação é que antes deles serem o que são, a maioria de nós daria risada das ideias que os originaram.

O Big Asset pode mudar o conceito do Trade Marketing, não interessa o tamanho que ele terá, mas com certeza trará outra dimensão para as indústrias.

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