O caminho das compras mudou!

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O caminho das
compras mudou!

Essa foi a frase que iniciou o depoimento de Charlie Mayfield, chairman da John Lewis, rede de lojas de departamentos do Reino Unido, na Big Show Retail’s, realizada em Nova York, no mês de janeiro.

A National Retail Federation, em sua última edição, reuniu profissionais das maiores redes varejistas do mundo, com o propósito de encontrar as melhores e mais indicadas práticas e estratégias de negócios voltados ao varejo mundo afora.

Voltando à frase que intitula este artigo, Charlie foi enfático em declarar que já está estabelecido  que o consumidor compra “como, quando e onde quiser”.

As marcas e varejistas que não estiverem preparados, ou se preparam corretamente para isso, ou precisarão criar uma forte razão para atrair esse consumidor às suas lojas.

Ele ressalta, também, que enquanto suas vendas por e-commerce estiverem na relação 5-95% em comparação às lojas físicas, até se justificam estruturas internas separadas.  Entretanto, quando o e-commerce cresce na relação 20-80% ou 30-70%, estruturas separadas já começam a não fazer sentido.

Nike, Fossil e Disney, entre outras marcas, apresentaram exemplos de integração com grandes avanços nos resultados e na satisfação dos consumidores. A discussão em tecnologia e captação de bases de dados dos consumidores já não é mais atual: essa fase já passou, e agora, trabalham em saber a maneira correta de se comunicar com esses consumidores para conseguirem influenciarsuas escolhas e mensurar comportamentos.

As marcas precisam de uma história, de um propósito, de um contexto para fisgar os millennials, “nativos digitais”, pois já é sabido que esses consumidores precisam de um grupo de razões ou sentimentos para realizar a compra.

A feira tem uma tradição mais tecnológica, mas neste ano foram exibidos mais cases e pilotos de realizações, de ações com seus resultados objetivos, conferindo um clima mais prático e até pragmático ao varejo.Vale a pena ver hoje, em New York, o varejo do Brasil de 2018. Com certeza, os sobreviventes serão aqueles que conseguirem sair da dinâmica do físico, mesclando com o ambiente virtual.

Mais uma vez vejo como o Big Asset é uma plataforma fundamental e “garantidora” do futuro, para as marcas e para o varejo.

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