Morra Devil!

Morra, Devil!

Isso mesmo, morra você, demônio! 

Claro que sim, meu amigo, a morte do demônio é a ausência da intenção escusa, do acobertamento do verdadeiro objetivo dissimulado, aquele não dito.

É o que chamam de negociação, estratégia comercial, “maniqueísmo tático”, condução de negócio, drive, astúcia e invariavelmente de competência do vencedor.

A segunda intenção são as trevas que pairam permanentemente sob nossas cabeças, nosso humor, nossa disposição. Elas geram insegurança, medo, desconfiança e desânimo.

O mundo está sob essas trevas, ninguém confia mais em ninguém, com raríssimas exceções.

Claro que esse estado de vida sob pressão descomunal por resultados imediatos e com as trevas sobre a cabeça, nos faz pouco ou quase nada produtivos.

Vivemos na defesa permanente do que conquistamos sem perceber que é exatamente assim que vamos perdê-lo, pois não estamos construindo o futuro e estamos consumindo o passado.

Assim vemos as pessoas, os produtos, as marcas, o marketing e a mentalidade monolítica, antiga e medrosa imperando no mercado utopicamente à palavra da moda: disrupção.

O demônio está instalado no nosso medo, em nossa falta de energia e coragem para tentar algo novo, mesmo que com riscos e, provavelmente, o nome para esse algo novo é ser feliz.

Isso mesmo, a arma mortal que temos contra o demônio é nossa felicidade, fé, energia e boa vontade, de forma transparente, objetiva e construtiva, essa fórmula serve para as marcas, para as pessoas, para a comunicação e para a vida. O consumidor é primeiramente uma pessoa e depois um consumidor e, valoriza e se torna fiel as experiências verdadeiras, honestas e duradouras. Proporcione experiências genuínas e seu produto ou serviço terá espaço e crescimento no mercado, só não se esqueça de inovar, sempre.

O Big Asset pode ser essa inovação, conheça; www.zicardttma.com.br