As marcas estão pescando!

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As marcas estão pescando!

A grande queda de audiência da TV norte-americana, junto aos jovens telespectadores no horário nobre, é comprovada, deixando para trás apenas vestígios do sucesso do passado.

Os programadores podem provar que esses milhões de jovens que não assistem mais os programas em seus horários convencionais ainda estão interagindo com seus programas favoritos em ambientes digitais de vídeo. Entretanto, esse conhecimento não é suficiente para compensar o impacto financeiro da migração que está acontecendo sobre a audiência da TV. Quanto menor for a audiência, menor será o preço pelo espaço.

Os telespectadores estão definitivamente abandonando a experiência de TV linear para o conforto de seus telefones celulares e tablets, e isso é fácil de ser observado nos obtidos pela Nielsen.

Desde essa temporada até agora, a audiência no horário nobre dos Estados Unidos, para adultos de 18 a 49 anos, caiu 9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já para os adultos de 18 a 34 anos, a queda é ainda mais acentuada, chegando até os 13%.

Ao mesmo tempo em que esse cenário irreversível ameaça o futuro econômico das grandes redes lineares, os produtores de conteúdo e as plataformas fechadas crescem em importância e valor — ainda que somente em alguns dispositivos conectados à internet —, exibindo conteúdo e gerando audiência, sem ainda encontrar um modelo ideal de monetização. Por isso, é clara a tendência de, por exemplo, a Netflix e a Samsung, juntas, criarem o seu universo particular de conteúdo, broadcast e audiência. Por que não? Se o Big Asset das marcas permitir, já está criado esse novo modelo do futuro.

Dizem em toda a mídia que os bancos no formato atual vão morrer, que os cartões de crédito serão substituídos pelos celulares, que a TV aberta já está com os dias contados, que o anunciante da propaganda vai pagar por visualizações, que os tablets substituirão os notebooks, etc. Sim, acredito em todas essas mudanças e, em curto prazo, as marcas já deveriam criar seus Big Assets, pois será cada dia mais difícil “pescar” os consumidores no mercado.

Conversão, captação, convergência, sustentação, blindagem… São palavras que precisam estar no radar das marcas desde já e, em alguns setores, já é tarde.

Big Asset: uma massa conhecida de consumo recorrente! Esse é o caminho! É isso que a Zicard, The Trade Marketing Agency faz.

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Abraços,
João Carlos Zicard