A nova velha rotina do mercado

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A nova velha
rotina do mercado

Fim de ano, período difícil e perspectiva para o futuro idem. Clientes, agências, fornecedores, veículos, varejistas, atacadistas, distribuidores e consumidores, revendo valores, prioridades, necessidades e oportunidades.

Verdadeira estratégia de guerra. Mapa do mercado em cima da mesa, mentes reunidas, análises dos players, das fraquezas e forças, das dificuldades e oportunidades, processo que gera 1,2,3,4,5 planejamentos de marketing para 2016. Review  semanal, quinzenal, mensal, budget, cortes, investimentos e estimativas que geram dezenas de trabalhos simultâneos nas agências e, em toda a cadeia de negócio, o que se espera? Um planejamento sustentável, exequível e lucrativo.

Vira o ano e o que vemos? As mesmas ações de comunicação de sempre no online e no offline; os mesmos programas de incentivo que as  marcas oferecem aos vendedores dos atacadistas e aos balconistas do varejo; e as mesmas promoções que se repetem há décadas ― só que agora com uma “roupinha” nova, e muitas outras “ativações” a públicos diferentes entre si e, mas sempre os mesmos de cada setor.

Observamos, também, que as ações, assim como na década de 1970/80, continuam pontuais, “emergenciais até”, permeando mais um ano de marketing e comunicação com novos tijolos para a mesma parede. Na verdade, as agências è que são os tijolos e se revezam para continuar a construir a mesma parede. A parede que impede uma nova visão de negócio, de estratégia e conceito no marketing atual.

Temos que quebrar essa parede!

Quando surge uma empresa que inova, sai da caixa, quebra paradigmas e lança programas perenes, autossustentáveis, e se tornam referência ao mercado e ainda ajudam, e muito, a ganhar e manter share, a conformação do mercado é sempre a mesma: “É genial, mas ó a Ambev consegue algo parecido”.

Claro que não é verdade! Ela não começou com o tamanho que conquistou ao longo dos anos e iniciou com pilotos, avaliações, tentativas e erros, e daí: “Eureka! Esse é o caminho. Vamos com tudo nessa prática, pois ela entrega!”.

Sabem qual é a maior virtude? É ter tentado, ousado, inovado e assumido o risco e isso, em minha particular visão, denomino como determinação. É preciso ter na alma de cada colaborador a determinação de construir, de traçar os objetivos e alcançá-los; é preciso ter todos trabalhando para empresa e não apenas para “segurar” seu  emprego.

Essa é a grande diferença. O Big Asset pode ser uma das novas técnicas de sucesso. Mas sem determinação, nem ele, nem nada quebrará a parede.

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