2015 – Ano de vida ou morte

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2015 – Ano de vida ou morte

Para trade marketing.

É fácil escrever, criar frases fortes de efeito para motivar equipes, “torcendo os dedos para dar certo logicamente”, buscando no otimismo o bálsamo para as fracas vendas de 2015.

Só que essa atitude de sempre não sustenta a marca que está sendo esquecida, ou não reverte o quadro para a indústria que sofre quedas enormes em vendas, todos os dias, e vê seus esforços pontuais não surtirem mais o efeito de antes.

Assim como, “é no limite” que conhecemos o verdadeiro caráter do ser humano, é no limite da pré recessão, do pré colapso, do pré caos da economia, que podemos perceber as marcas que permanecerão vivas e aquelas com grandes chances de morrer.

Analisem, percebam, acompanhem. As sobreviventes serão sempre aquelas que, de alguma forma, criaram suas comunidades, seus seguidores, sua massa recorrente de consumo. E mesmo essas estão frágeis.  O que garante a sobrevivência de uma marca é a massa recorrente de consumo, ela é que mantém o varejo, o atacado e o ciclo de mercado vivo. Quem dominar essa massa obterá o mercado.

A indústria fabrica e vende para o distribuidor, ou para o varejista, que vende para o consumidor final, que consome e reinicia o ciclo de mercado; fabricação > venda > consumo > eternamente, porém, com um pequeno detalhe: quem escolhe a marca é o consumidor. E, outro detalhe ainda mais importante: a indústria não sabe quem é esse consumidor.

A massa conhecida de consumidores é o grande desafio de toda indústria. Big Data, Tracking de Consumo, Comunicação One to One, CRM, Social Action, Branding, etc. São caminhos que todos estão buscando para chegar à frente da concorrência. Eu denominei esse movimento de Big Asset (ativo de negócios sob influência de uma marca ou grupo de marcas), ou, se quiserem, uma massa conhecida de consumo recorrente.

Mesmo quem investiu na construção de marcas, hoje fortes e dominantes, está com medo, e com razão, pois fidelidade é o menor sentimento que o consumidor multicanal sente, tanto pelas marcas como pelos canais de compra. Segurança conseguida no passado, e do passado, não existe mais, share eterno nem pensar, as marcas precisam pensar do consumidor para a indústria, passando pelos canais de distribuição em operações reais de ganho para todos, construindo sua massa recorrente de consumo, ou seja, o Big Asset.

A repetição sistêmica dos investimentos pontuais, a cada dia gera resultados menores, mais curtos e com maior dispersão de verbas, a construção de uma ponte sólida entre uma marca e seus consumidores será, não apenas fundamental, mas a única mão de retenção e crescimento de share do futuro.

Captação, retenção, frequência, convergência, crescimento, base de clientes ativa, fidelizada, estudada e acompanhada será a futura plataforma de ações que, estrategicamente, suportarão as marcas que sobreviverão ao tempo em que estamos vivendo, e construindo os grandes ativos futuros de negócio, com menor dispersão, maior ROI e lucros perenes para todos.

www.zicardttma.com.br sabe como construir o Big Asset, fale com a gente.

João Carlos Zicard